31 de julho de 2013

Futebol e o povo de Portugal


Começo por dizer que estou a comer uma bela de uma maça, daquelas que se compra em qualquer mercado, não sei de onde ela veio, quem a colheu, se tem pedigree ou não! Simplesmente está-me a saber bem e é isso que importa!

Certo dia, estava eu a apreciar um belo de um jogo de futebol e surgiu-me um dilema na minha cabeça que gosta de vaguear pelo ridículo! Caso não tenham percebido, eu associo facilmente assuntos sérios a parvoíces, portanto, desta vez o que me incomodou foi aquela velha cena de "O povo português só se interessa com o futebol!". Ora muito bem, quanto a isto, tenho que dar os parabéns ao povo português! E porque dar os parabéns ao povo português? Porque o povo português valoriza o que dá trabalho a ser conquistado!

Vocês já se lembraram que um jogador de futebol têm que treinar anos e anos para chegar longe na carreira? Aqueles jogadores que vemos em campo, são uma elite da raça humana, seres que tiveram a capacidade e persistência para jogar anos a fio o mesmo jogo! Portanto, merecem todo o respeito por serem casmurros e trabalharem para conquistar o sonho de qualquer menino que e esmurrou os joelhos enquanto jogava partidas de futebol intensas com a rua vizinha!

Lembro-me perfeitamente de uma bolada que levei mesmo em cheio no focinho, alias, nem sei como me lembro... porque foi tão forte que deixei de sentir a cara por umas horas! Passo a contar a história:
O Mauro passou a bola ao Pedro Malta em que ele mandou um patarrão de força na bola e esta embateu-me em cheio no rosto. Fim da história.

Voltando ao assunto, não o da maça me estar a saber bem, até porque já a acabei de comer, mas sim ao assunto do futebol! E vou voltar com uma questão que me deixa passado nos jogadores de futebol, sim... porque isto aqui não é só falar bem, também se têm que falar menos bem! O que me enerva então é o seguinte:

Um jogador de futebol, que treina anos e anos, meses e meses, dias e dias, horas e horas, minutos e minutos, segundos e segundos, como é que é possível marcar um penalti ou um livre e  mandar a bola para fora dos postes? Vou dar uma quebra de linha só para não ficar grande parede de texto! Mas vou continuar com a resposta já aqui em baixo...

 É que nem falo em lances corridos, porque ai de vez em quando devido ao movimento e à gravidade e essas cenas todas, às vezes, devido à matemática necessária para conseguir prever e saber onde vai acertar, é preciso ter muito calculo... e devido a ser preciso muito calculo eu não sei porque é que os chineses, que são conhecidos pelas suas capacidades na matemática, não conseguem ganhar ao Brasil... sai novamente da linha de pensamento, vou voltar a seguir a estas reticências...  Mas em lances de bola parada um jogador que treina anos e anos, ganha tanto dinheiro, simplesmente o mínimo que se pede é acertar dentro dos postes! Fico louco quando vislumbro um jogo de futebol e vejo um jogador a mandar a bola para fora dos postes... uma coisa é o guarda redes defender, outra é mandar para a veiga a bola! Por amor de Deus! Não se admite!

E agora, é a parte em que vou concluir esta seca que vos estou a dar! Apelando a que se deixe de dizer "O povo português só liga ao futebol!" e se comece a dizer "Ganhas muito dinheiro a jogar a bola, tens que meter pelo menos a bola entre os postes!".

Sem mais nada a acrescentar, atenciosamente,

O Monstro das Bolachas!
...
Estou a brincar, sou eu... o Teotónio Cavaleiro de Matos, quase que acreditaram que era o Monstro das Bolachas, ahm?




30 de julho de 2013

Colheres? Que raio de parvoíce é essa?


Caríssimos e ilustríssimos leitores desta coisa tão parva que é o meu blog de seu nome "As crónicas de Teotónio Cavaleiro de Matos", começo por vos dizer olá e ir directo ao assunto, não gosto muito de confianças...

Estava eu a comer muito descansado a minha sopa quando me surgiu uma questão filosófica sobre o que andamos todos aqui a fazer neste mundo, questão essa que é a seguinte: "Para que serve a colher?".

Ora muito bem, primeiro de tudo, reza as leis da boa educação que a sopa se deve comer com a colher... ao que me leva a outra questão: "Quem é que inventou esta parte da educação?".

Para começar de novo, acho que comer sopa com a colher é para quem tem muito tempo livre! O tempo que se perde a meter cada colher de sopa à boca! Já pensaram? Quem me conhece e já me viu a comer sopa sabe que eu bem me esforço para ser "educado" e consigo repetir aquele gesto de encher a colher e levar a boca umas duas ou três vezes, a partir dai, canso-me e fico aborrecido... pego no prato ou tigela e "bebo" aos bocados! E agora vocês questionam-me: "E quem quiser saborear a sopa?" ao que eu respondo "A sopa não entra na mesma na tua boca? Não sentes o sabor na mesma?". Realmente não percebo de onde veio esta cena das colheres...

E, se pensarem bem... como é que foram inventadas as colheres? Aqui, surge-me uma teoria! Estejam prontos para ler, porque apesar de absurda, têm a sua lógica! Ora vamos lá começar a história...

Era uma vez um senhor que estava no campo a lavrar e de repente lembrou-se e: "vou pegar nesta pá, vou-a tornar mais pequenina que é para depois comer a sopa!". Fim da história da invenção da colher! Pode parecer muito estúpido, mas no fundo, têm que me dar razão! Admitam!

Outro exemplo sobre o quão ridículo são as colheres é o facto de na china utilizarem as colheres não para comer a sopa, mas sim para...? Exactamente! Fazer jardinagem! Escusam de dizer que é para comer! Da mesma forma que nós usamos os pauzinhos para endireitar as plantas nos vasos, eles utilizam as colheres para fazer jardinagem! E finos são eles! E porque é que eles são os finos e nós não? Fácil! Apetece-me dar um paragrafo, portanto, aqui vai ele.

São finos porque eles utilizam as colheres para plantar e dai terem mais colheitas enquanto nós, ficamos a perder porque só utilizamos os pauzinhos para endireitar as plantas! E isto também é parvo, porque as plantas desenvolvem-se conforme o ambiente que elas estão, se elas não quiserem crescer para cima e crescer para os lados é por um motivo! Porque usar pauzinhos e forçar a crescer para cima? Para ficarem bonitas? Se as plantas quisessem ficar bonitas iam ao spa e ao ginásio puxar ferro, já viram alguma a fazer isso? Completamente sem nexo!

Portanto, não percebo quem se lembrou de implementar nas regras da boa educação que se deve comer a sopa com a colher para ficar bonito. Sujar uma tigela ou um prato não chega? Temos que sujar também uma colher?  Já pensaram na  quantidade de água e fairy que se podia poupar se ninguém se tivesse lembrado utilizar uma pá para comer a sopa?

É melhor parar de escrever porque o texto já vai longo e se há assunto que me revolta é este! Portanto, deixo-vos com um pedacinho da minha revolta!

Atenciosamente, mas sem grandes confianças,

Teotónio Cavaleiro de Matos




29 de julho de 2013

Crónica sobre crónicas



Caro leitor, como está você? Tudo bem consigo? Espero que sim!

Queria começar por avisar que está a perder tempo precioso de vida a ler esta crónica, primeiro porque não sei escrever, sempre fui o pior das minhas aulas de Português! Uma vez, estava eu sentado na aula e a professora sentou-se na cadeira à minha frente e eu comecei a fazer macacadas atrás dela, ao que ela, muito subtilmente, vira-se para trás, olha-me nos olhos e diz "Sabe Teotónio, eu quando era mais nova costumava-me sentar neste lugar, portanto, eu sei o que você está a fazer atrás de mim", escusado será dizer que fui arrumado para canto com um 2 na pauta! Mas pronto, se encontrarem erros, frases mal formatadas, virgulas mal colocadas... para que é que isso interessa? Hoje em dia o google faz tudo por nós! Até corrige estes erros parvos que eu estou para aqui a dar, mas eu também não me vou dar ao trabalho de ir corrigir absolutamente nada ao google, estou  a escrever tudo o que me vêm a cabeça e sem corrigir nada, portanto, visto que não tenho nenhum tracejado a vermelho, a não ser lá em cima na palavra "macacada", até me devo estar a safar muito bem! Por falar em macacadas, sabiam que a SIDA inicialmente foi transmitida por um macaco? Quem foi a doidona que andou a fazer macaquices e começar com este flagelo? (pumbas, mais outros dois tracinhos vermelhos, três afinal! Em "doidona", "pumbas" e "tracinhos"!

Bem, fugi um bocadinho ao tema desta crónica sobre crónicas! Mas que se dane! Até porque eu escrevo o que bem me apetecer, só lê quem quer... e quem eu obrigo... e quem é obrigado por quem eu obrigo! Ok, eu não mando em ninguém, portanto, posso dizer à vontade que tenho os dentes de cima postiços, porque ninguém vai ler isto e vai ser um grande segredo na minha vida... a não ser que haja alguém a ler! Se houver, faça favor de guardar segredo!

E novamente, voltei a fugir ao tema! Ora muito bem, hoje em dia toda a gente tem a facilidade de dar opinião sobre tudo e mais alguma coisa e eu não sou diferente... a única diferença é que eu tenho parvoíce a cima da média e consigo dizer algumas barbaridades e de vez em quando até que há alguém que se ri! Portanto, numa reunião que eu tive hoje à tarde com quatro amigos, decidi criar um blog em que faço crónicas sobre tudo e mais alguma coisa, dou opinião sobre tudo e sobre nada! Simplesmente vou escrever e partilhar com quem quiser ler (e for obrigado) todas as parvoices que me surgirem na cabeça! Assim sendo, dou por terminada esta crónica sobre crónicas sem fazer uma grande crónica sobre as crónicas e como acho que uma boa crónica deve referir datas, aqui vou eu escrever algumas:

em 7 de setembro de 1938...;
em 12 de junho de 1733...;

... outra coisa, se calhar ficava giro também citar autores e umas frases giras!

em 31 de janeiro de 1732, o sábio Ramiro Almeirim disse: "O que queres que eu faça com este bacalhau?"

E pronto, esta foi a minha crónica sobre crónicas, tem datas, tem alguma critica e... é só!

Espero que tenham gostado, porque ainda a bocadinho mostrei ao Quim Barreiros e ele disse que isto era poesia! Estou a brincar, não mostrei a ninguém, tenho vergonha!

Vá, voltem sempre!

Atenciosamente,

Teotónio Cavaleiro de Matos